
Durante a Bienal 2013, passei muito tempo no estande
da Gutenberg. E observei, com olhares atentos, uma pilha de livros verdes que
parecia evaporar a cada vez que era reposto pelo pessoal que trabalhava ali.
Era um livro que me chamou atenção pela capa estrategicamente neutra (no
sentido de: não é um livro “de menina” nem “de menino”) e pela sinopse:...